agarrada a meus pés
sabedora dos meus passos
e paradas
a imitar-me - incansável -
gesto a gesto
a seguir-me tão calada tão discreta
pelas curvas e botecos
com(o) a minha sombra
jamais me senti só(bria)
líria porto
| Missão (é para Missionário...) | ||
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Empresas contemporâneas estão submetidas a um certo protocolo: devem ao menos aparentar uma certa consciência ambiental, ter práticas de trabalho inclusivas quanto a gênero, preferência sexual, etc, devem mostrar interesse pelo meio social em que estão inseridas. E, claro, devem declarar qual é a sua “missão”. | ||
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O termo está inserido no vocabulário contemporâneo das corporações, que também inclui liderança, inovação, diferencial competitivo e pró-atividade, que, como bem disse Tâmara R. A. Bonfim no LT 2010/2011, “são palavrinhas do novo mundo que nos querem subservientes e produzindo...” Feitas estas ressalvas, é fácil identificar o que queremos realizar. A tal missão deve responder às perguntas: o que a empresa faz, como faz, para quem e para quê faz, onde faz e qual a sua responsabilidade social e sua visão de futuro. Pra gente, é assim: |
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A Tribo atua facilitando a comunicação humana, notadamente a escrita, para promover o contato entre pessoas interessadas em mais justiça social, mais saúde, mais equilíbrio e mais cooperação em seu dia a dia. Para isso conta com a sensibilidade de seus companheiros de percurso (leitores, escritores) e com a capacidade viral que eles tem de produzir ambientes e de criar realidades. A responsabilidade que temos é aquela de quem comunica e ouve. Nosso limite geográfico é a compreensão humana. Nossa visão de futuro é agora. |
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